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São as novas filhas do Brasil: mulheres venezuelanas que buscaram refúgio no país devido à forte crise política, social e econômica instalada na terra onde nasceram.
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Para eles, o único alimento é uma papa feita de farinha e água.Jeane XaudAtivista de direitos humanos e defensora pública em Roraima.Esses dados refletem apenas os nascidos na capital.Estou sustentando toda a família e minha irmã nem saúde tem, desabafa.Ficaram conhecidas na cidade como as ochenta, uma cruel referência ao preço do serviço prestado a quem tem dinheiro para pagar.A partir do último ano, porém, o perfil mudou: as mulheres vêm cada vez de mais longe, de cidades como Caracas (a.500km de Boa Vista Maturín, El Tigre e outras.Celia Rosa tem quatro namoro sexo senigallia filhos e espera mais.Até 2017, quase todas as gestantes da Venezuela vinham de cidades fronteiriças, em ambulâncias.É a vulnerabilidade dentro da vulnerabilidade, afirma a defensora pública estadual do juizado de violência doméstica de Roraima, Jeane Xaud.Em um programa, elas ganham no máximo.




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